domingo, 4 de maio de 2025

A cidade dos livros


Hay-on-wye ou simplesmente Hay é uma pequena cidade situada no País de Gales, é considerado um destino para bibliófilos, por possuir a maior concentração de livrarias e sebos do país.

Durante a última semana de maio acontece, desde 1977, um festival que une escritores e leitores num evento que promete muito entretenimento. O evento já foi patrocinado pelos jornais The Guardian e The Daily Telegraph.

No ano de 2005, o então presidente dos Estados Unidos visitou o festival e a chamou de "Woodstock da Mente".

Mas, nem só de livros vive a cidade, que é considerada como um dos melhores lugares para se viver e possui lindas paisagens, também muito procurada por campistas.


quinta-feira, 3 de abril de 2025

Melhores meses de baixa temporada no Brasil



Os meses de baixa temporada no Brasil são geralmente de março a junho e de agosto a novembro. Nesses períodos, a procura por viagens é menor, o que pode resultar em preços mais acessíveis e menos multidões.


Baixa temporada no Brasil
Março: Após o verão e o Carnaval, a maioria dos pontos turísticos volta à calmaria, com preços mais acessíveis e menos turistas

Abril, maio, setembro e outubro: São perfeitos para adquirir as tarifas mais acessíveis, aproveitar os climas amenos e o menor movimento de turistas

Novembro: É considerado um mês de baixa temporada em muitos lugares, o que significa menos multidões e preços mais acessíveis


Dicas para viajar barato

Fique de olho em sites de busca de passagens

Inscreva-se nas newsletters das companhias aéreas, hotéis e resorts para ser avisado sobre as promoções

Ative o alerta do Google Flights

Em passagens aéreas, a antecedência também é um fator importante para conseguir bons preços.

quarta-feira, 2 de abril de 2025

Cidade Maravilhosa

 



Dicas da cidade brasileira mais conhecida no exterior, com fama de ter um povo acolhedor, história, natureza exuberante, muitos restaurantes, passeios culturais, vida noturna intensa, opções de compras, passeios e esportes ao ar livre, e é claro, lindas praias.


- Praia de Ipanema, onde Tom Jobim escreveu a música “Garota de Ipanema”.

- Se for visitar o Cristo Redentor, compre os ingressos antes e prefira ir de trenzinho no meio da mata.

- Real Gabinete Portugues, fica no centro da cidade, mas vale a visita.

- Passear por Santa Tereza de bonde - passeio não muito barato, mas vale a pena ver o trajeto que é uma graça.

Dicas de segurança são sempre bem vindas, portanto, não pareça turista, tente se misturar ao maximo, não use nada chamativo, nem roupas caras. 

segunda-feira, 27 de março de 2023

São Conrado - Rio de Janeiro


Praia de São Conrado


Bairro com condomínios e hotéis de luxo que ficam à beira mar, muito procurada por praticantes de asa delta, parapentes e paragliders que podem ser vistos chegando da Pedra Bonita ou surfistas na praia do pepino.


Para uma visão panorâmica, existem trilhas (não muito fáceis) até a Pedra da Gávea.


Para os mais urbanos, o shopping Fashion Mall tem até teatro.


Para os gringos, favela tour pela Rocinha, que fica nas proximidades.






 

domingo, 30 de agosto de 2015

Jet Lag



Depois de uma viagem realmente longa, passando por vários fusos em pouco tempo, é provável sentir algum desconforto físico e alteração do sono, devido à adaptação do ritmo circadiano.


A adaptação ao fuso pode levar alguns dias e até algumas semanas e, tirar uma soneca no meio do dia depois de uma viagem longa, é inevitável.


Essa sincronia do corpo com o fuso horário pode causar alguns outros desconfortos além de sonolência, como:


- Dores de cabeça;
- Falta de concentração;
- Variações de humor;
- Problemas disgestivos.


Esse problema pode ser aliviado, mas dificilmente evitado.


Dicas para lidar com o jet lag de forma saudável:


- Hidratação;
- Descansar quando sentir necessário;
- Fazer caminhada
- Comer comida leve e saudável.

sábado, 29 de agosto de 2015

Dicas para quem vai visitar Sydney, na Austrália

Compartilhando dicas que testei e considero úteis:

Dinheiro


Comece a comprar dólares australianos com antecedência, pesquisando todos os dias a flutuação do câmbio. Faça uma conta de quanto pretende gastar, incluindo despesas diárias de transporte e alimentação. Não deixe para comprar dólares na Austrália. Ao contrário dos Estados Unidos e alguns países da Europa, não vi nenhuma casa de câmbio que aceitava moeda brasileira. Em Sydney só encontrei um local que aceitava reais, mas cobravam uma taxa alta de câmbio.


Acomodação


Já vi muita gente reclamando de Homestay. Eu escolhi ficar numa república de estudantes na City, ou Student House, mais precisamente em um local chamado Link 2.


Transporte


O transporte público é muito bom. Você consegue sair do aeroporto de trem por uma bagatela que varia de 15 a 17 dólares se sua mala não estiver pesada. Se optar por usar o Opal Card, uma espécie de bilhete único, tem a vantagem de andar de graça nos finais de semana, caso utilize o cartão de segunda a quinta-feira.
O pagamento com cartão funciona com um sistema chamado tap on/tap off. Você passa o cartão no totem que faz a leitura quando entra na estação ou nos ônibus e na saída faz a leitura novamente, quando é cobrada a tarifa. Esse sistema permite calcular o valor com base na distância percorrida. Se esquecer de pagar, pode ser pego na próxima viagem pelos cobradores que passam com uma maquininha verificando os cartões dos passageiros.


Comer e beber


Opções por até 10 dólares encontrei fast food e comida asiática. 

Se for ficar por longos períodos e optar por preparar sua própria refeição, a cidade tem grandes redes de supermercados como o Woolworth´s, Cole e Aldi. Sendo este último o que encontrei os melhores preços.

Ao ir ao supermercado pela primeira vez pode estranhar na hora de pagar. São poucos os checkouts que possuem atendentes, e muitos terminais de auto serviço para pagamento. Aos finais de semana, só o auto atendimento funciona.

Dica de ouro: mercado Paddy's Market, próximo à Central Station. Funciona de quarta a domingo. Aos domingos, no final da tarde, tem saldão de hortifruti por um dólar.

E naquela pausa para relaxar, chocolateria da Lindt, que por lá não custa caro.


Passeios


Tem muito passeio bom, gratuito e que dá pra ir de transporte público. Portanto, não feche nenhum passeio antes de pesquisar se consegue ir sozinho. Existem pontos de informação para turistas espalhados pela cidade. Você consegue identificá-los por uma placa azul com um 'i' minúsculo bem grande em amarelo. O da Central Station tem vários vouchers de desconto, caso queira fazer passeios pagos, mais caros.



Clima


Apesar da temperatura em Sydney não ter grandes variações como em São Paulo, existe uma pequena grande diferença: o vento. O vento gelado no inverno é de trincar. Blusa de lã não resolve, tem que ser um tecido que corte o vento. E tem que usar acessórios como luva, gorro e cachecol para sair na rua e não só para manter o estilo.
Outra diferença que percebi é o clima ser mais seco. Tem que se hidratar, tomar muita água e passar hidratante.


Esportes


A Austrália incentiva muito o esporte. Tem muitas piscinas públicas aquecidas e muito boas. Pena que eu não consegui usar, pois minha estadia por lá foi muito curta.


Se gosta de surf, mas não sabe surfar, aulas por lá são bem comuns.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Austrália

Três semanas na terra dos cangurus (e quase volto sem ver os cangurus) e voltei com aquela vontade enorme de voltar e ficar por lá (o que muitos brasileiros têm feito ultimamente).
Fiquei em Sydney e aproveitei para estudar inglês também. Apesar do tempo tão curto, deu para dar uma desenferrujada no idioma.
Infelizmente fui com visto de turista, o evisitor. Tivesse ido com visto de estudante teria ficado por lá, mesmo. Com visto de estudante é possível trabalhar por 40 horas a cada 2 semanas, o que ajuda e muito nos custos, que são bem altos para viver por lá. Diria que não muito mais alto em comparação a São Paulo, mas talvez pelo fato de nossa moeda estar mais fraca nesse momento. Porque, se ganhar em dólar, não fica assim tão absurdo viver em Sydney.



Vista da Pylon Lookout



Como tenho muita coisa pra contar dessa cidade que me encantou e me fez ficar apaixonada, vou dividir a viagem mais posts, assim não fica cansativo, nem para eu escrever nem para quem irá ler e ainda vou dar umas dicas para economizar uma graninha quem tem interesse em viajar para lá.






A cidade é muito segura, tem câmeras de segurança espalhadas por todas as ruas e raramente vemos policiais fardados, a não ser que estejam desconfiados de alguma coisa. Ouvi dizer que muitos andam a paisana, o que acho menos repressivo. A sensação de segurança é realmente grande.





O transporte público também é muito bom e a cobrança é mais democrática que em São Paulo. Paga-se proporcionalmente pelo trecho percorrido, portanto não existe tarifa única. Os trens são melhores que os ônibus, mais limpos, mais pontuais e os horários de toda a rede de transporte podem ser acompanhados por um aplicativo no smartphone, a rede do Opal Card.




Estudar em Sydney também é uma experiência única. E não vá pensando que só vai encontrar aborrecentes mimados. Muito pelo contrário! Fui estudar lá agora com 45 anos e tinha uma colega de classe com 65 anos! Uma senhora muito elegante e gente finíssima. Mas, a grande maioria é de jovens lindos na faixa entre 20 e 30 anos. Lindo por dentro e por fora. Nunca encontrei tanta gente bonita, inteligente e de bem com a vida como em Sydney. Tenho uma teoria de que ou a cidade atrai só gente desse tipo ou a cidade transforma as pessoas que para lá viajam. É, tô deslumbrada mesmo. Nunca pensei que com 45 anos alguma coisa ainda me surpreenderia de forma tão positiva!



Sydney também surpreende pela quantidade de gruas que vemos espalhadas pela cidade. Um verdadeiro canteiro de obras a céu aberto, o que está dando emprego a muitos imigrantes que topam trabalhar como labourer, um serviço pesado, porém financeiramente compensador. Mas, apesar das grandes obras, como a do Exhibition Center, a cidade não trava como em São Paulo, tudo flui de forma muito organizada. Não vemos entulho de obras espalhados em caçambas ou caminhões betoneira atrapalhando o trânsito.



Ah, vontade de trabalhar na Lendlease, a maior construtora que vi por lá. Sonho, meu...

Outro ponto positivo em Sydney é a comida. Não chega a ter tanta variedade de restaurantes como em São Paulo, mas também não é tão restrito de boas opções baratas e boas como em Londres. Fiquei hospedada perto de Chinatown, aonde a comida asiática impera, com restaurantes chineses, tailandeses, vietnamitas, japoneses e por aí vai. Mas, na dúvida, vá de 'fish and chips'. A Austrália não tem um prato típico, a não ser pela carne de canguru servida em alguns restaurantes e vendida em açougues e supermercados. Peixes e frutos do mar também são encontrados em grande variedade. No geral, dá pra comer bem sem terror, tem muitos fast foods como em qualquer cidade grande, com grandes redes como MacDonalds e Subway, a mexicanos, kebarias, etc, mas uma boa variedade de restaurantes, muitas cafeterias e pubs.




Bebida no geral também é cara, exceto pelos vinhos que achei bem em conta em supermercados. Uma cerveja custa 6 dólares australianos e uma cidra de 8 a 9 dólares nos pubs. Refrigerante custa em torno de 3 dólares. Mas, como tudo é relativo, se você vai gastar seus reais, realmente é caro, ganhando em dólar australiano nem é tanto assim. Fazendo essa comparação, São Paulo acaba sendo uma cidade mais cara pra consumo.




Outro ponto forte são as praias. Não conheci muitas, então não deu pra fazer um paralelo com as praias brasileiras. Conheci somente Bondi, Coogee e Avoca. Mas, mesmo no inverno, estão sempre cheias de surfistas. A faixa de areia das praias é bem diferente. Não vemos vendedores ambulantes e nem barracas de bebidas. Tudo muito clean pro gosto do brasileiro, mas para dizer a verdade, eu prefiro assim.








E, como não poderia deixar de falar dos cangurus, não muito queridos pelos aussies, mas muito procurados por turistas como eu!
Fofos demais, gente. Pelo macio como de um coelho e super amigáveis quase como os cachorros. Tudo bem que para atraí-los pra perto você tem que oferecer uma cenourinha picadinha, mas apesar da corrida assustadora que eles dão na sua direção quando vêem comida, rsrsrs, são bem bonzinhos, não fazem barulho algum e até o cocô é igual ao dos coelhos! kkkkkkk











domingo, 11 de janeiro de 2015

Águas de Lindóia

Um passeio tranquilo, para quem quer dar uma escapadinha da cidade grande e fugir das praias no alto verão.
Eu, infelizmente, tive uma pequena indisposição durante o meu passeio. Precisei usar a Santa Casa de Misericórida da cidade, mas fui atendida até que bem rápido para os padrões de quem está acostumada com Pronto Socorro em São Paulo.
Outro pequeno aborrecimento foi no Hotel. O serviço é ótimo, os funcionários bem atenciosos, mas uma hóspede resolveu arrumar uma encrenquinha, rapidamente resolvida pelos funcionários do Hotel. Acontece.
Fomos pela Fernão Dias e voltamos pela Rodovia dos Bandeirantes.
A cidade fica perto de outras cidades turísticas, como Serra Negra e Monte Sião.

Na estrada via Fernão Dias - olha só, essa foto com o Fusca me fez viajar no tempo. Mas a foto é da última semana de 2014.

Portal da Cidade

Hotel Zanon

Vista do Mirante no Cristo

Vista do Mirante


Estátua do Cristo no Mirante. Que o Senhor nos abençoe durante todo o ano de 2015!

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Guararema

Município do Estado de São Paulo, o nome da cidade tem origem em uma árvore chamada Pau D´alho, que em tupi-guarani é chamada de Guararema.
Para quem está na cidade de São Paulo e quer fugir para um lugar tranquilo no final de semana, Guararema oferece belas paisagens à beira do rio Paraíba.

Trecho do Rio Paraíba



Igreja Matriz

Praça Próxima à Ilha Grande


Estação de Trem

Passeio no trenzinho

domingo, 25 de maio de 2014

Aparecida - SP

Sábado passado, apesar de nublado, resolvemos ir até a cidade de Aparecida, que fica a 168 Km da cidade de São Paulo, para visitar o Santuário de Nossa Senhora Aparecida.
A viagem para quem sai de São Paulo é pela rodovia Presidente Dutra. A ida foi tranquila, mas a volta foi tensa, pois nos deparamos com alguns caminhões cegonha (carregados) que insistiam em dirigir com velocidade acima da permitida, ultrapassando veículos de passeio.
Ao longo da estrada tem muitos restaurantes, principalmente da rede Frango Assado. Na cidade de Aparecida não encontramos nenhum restaurante que realmente valesse a pena fazer uma refeição.
Mas, a Basílica é bem bonita e tem uma energia muito boa. Muito lindo ver a fé das pessoas que passam por lá
A cidade está bem diferente de quando eu ia quando era criança. Naquela época tudo parecia um grande canteiro de obras, o que realmente era, porque o Santuário levou muito tempo para ser concluído.


Que Nossa Senhora Aparecida continue nos abençoando e nos protegendo.




domingo, 13 de abril de 2014

Dicas tiradas de livros

Existem muitos livros especializados em viagens e dicas de viagens. Mas, alguns livros contam dicas despretensiosamente, somente pelo fato de contextualizar o assunto.

Um dos que estou lendo é o livro 'O homem que não queria ser papa' de Andreas Englisch da Editora Universo dos Livros.

No capítulo '2006 - O ano de Regensburgo', ele situa o centro político paralelo, fora do eixo do vaticano, durante o papado de João Paulo II. Segundo o autor, esses encontros ocorriam na Igreja de São Estanislau na Via delle Botteghe Oscure, por ser uma igreja com a mesma origem do papa daquela época, ou seja, polonesa.

No mesmo capítulo cita os lugares favoritos do papa sucessor que já não ocupa atualmente o mesmo posto. Como cita o livro, Joseph Ratzinger antes de ser papa, tinha como lugares favoritos que frequentava o Quattro Mori e o Tiroler Keller. Este último uma cantina tirolesa com pratos que, segundo o autor, se podia comer com menos de 10 euros.

É fato que muitos viajantes gostam de fazer turismo em lugares citados em livros e muitos trajetos são baseados em estórias de ficção ou não ficção.

Um dos mais comuns é o do livro de Dan Brown. Outros, como o livro que virou filme Comer, Rezar, Amar, entre tantos que não teria tempo de citar aqui.

Fica a dica para quem acha que um lugar não vale a visita. Muitos fizeram parte da História, como pano de fundo e não como personagem principal e que valem uma visita.



sábado, 18 de janeiro de 2014

As placas azuis de Londres

Quem anda pelas ruas de Londres e repara em detalhes, se depara com uma placa indicando um nome de uma pessoa ou evento, uma data e uma descrição.

Ao contrário de cidades como São Paulo que derrubam seus casarões antigos para construir enormes torres de escritórios, apartamentos ou monstruosos shopping centers para faturar milhões com a especulação imobiliária ou com o comércio de bugigangas, numa tentativa irresponsável de enterrar seu passado, Londres homenageia e preserva sua História com este projeto, datado de 1866.

Existem cerca de 700 placas espalhadas pela cidade e existem regras na qual uma celebridade ou um evento importante podem ser registrados. Um dos critérios é o de que o nome só pode ser ostentado nestas plaquinhas após 20 anos da morte da pessoa ou depois de 100 anos do nascimento.

Nomes como Freud, Alfred Hitchcock, Bob Marley, Ghandy e outros menos conhecidos pelos brasileiros podem ser vistos nas fachadas e muros de muitas edificações.

Para saber mais:
The London Blue Plaque Guide do autor Nick Rennison
BluePlaque.com
The Blue Plaque Project
English Heritage


sábado, 4 de janeiro de 2014

Nazaré Paulista

Este município do Estado de São Paulo, que já foi passagem dos bandeirantes, fica a menos de 100Km de carro da cidade de São Paulo, com fácil acesso pela rodovia Dom Pedro I. Cortada pelo rio Atibainha, é uma área rural com grande procura pelo turismo ecológico.
Para quem procura ar puro, lazer e descanso, é altamente recomendável.

lago com pedalinhos

2 das 5 piscinas do hotel


recreação para os pequenos

Lugar muito bem cuidado

o descanso merecido



quadras de tênis do hotel

A mesa de doces do restaurante. Me acabei.

domingo, 24 de novembro de 2013

Thames River

Essa foto do alto foi tirada do alto da London Eye. Mesmo quem tem medo de altura, vale a pena esse passeio para ter uma vista de 360º de Londres. 

Curiosidade: O Rio que já teve de corrida de patos de borracha a desfile do jubileu da Rainha, vale um passeio pelo leito ou pelas margens. Em South Bank, entre o London Eye e o Shakespeare Globe, predominam a arte e cultura.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Viagem de avião

Seguem algumas dicas para quem é marinheiro de primeira viagem. Nem sempre é fácil prever tudo o que iremos precisar, mas faço aqui um pequeno relato bem básico do que já aprendi e que pode ser útil para evitar pequenos aborrecimentos.

Arrumando as Malas
Verificar com a companhia aérea o limite de peso e quantidade de malas para não ter aborrecimentos no embarque.
Lembre-se sempre de que menos é mais.
Na viagem de ida é sempre aconselhável ir com a mala um pouco vazia, pois invariavelmente somos tentados a trazer na volta todo tipo de lembrancinhas, souvenirs, roupas novas e outros itens desejáveis.
Cadeado e algo que identifique sua mala a ser despachada são itens que devem ser levados em conta.
A bagagem que pode ser levada a bordo deve ser pequena, com no máximo 5 quilos e não podem ser levados nesta mala nenhum tipo de objeto cortante, nem frascos contendo líquidos com mais de 100ml.
Se costuma viajar com frequência, retire os códigos de barra colados na mala em viagens anteriores. Este é um dos maiores motivos de extravios de malas.
Documentos
Para viagens nacionais, documento original com foto.
Para viagens internacionais, passaporte atentando-se para o visto necessário para o país de destino.
Para alguns destinos é necessária vacinação.
Durante a viagem
É possível fazer, de forma confortável, uma viagem longa de avião?
Alguns pquenos problemas podem ser facilmente contornáveis se pensados com antecedência.
Antes de embarcar - A escolha do assento. As cadeiras são projetadas para quem tem, no máxmo 1,80m de altura. Se tem estatura maior, procure viajar nas cadeiras do corredor, perto das asas ou perto das saídas de emergência.
Ar condicionado - a temperatura média nos aviões é de 22 graus. Pode parecer confortável, mas quando o corpo está relaxado, esta temperatura pode dar a sensação de muio frio. Algumas companhias aéreas costumam dar um par de meias e um pequeno cobertor. Mas, é melhor levar um agasalho.
A umidade do ar costuma ser baixa. Dizem até que é semelhante a do deserto do Saara. Como nunca fui ao Saara, nem tenho essa pretensão, não posso afirmar, mas é aconselhável hidratar a pele e beber água antes de viajar para manter o corpo hidratado.
A alimentação no avião nem sempre é lá aquelas coisas, o ideal é comer com moderação, preferencialmente saladas e carnes brancas, que não fermentam no estômago.
Evitar tomar bebidas gasosas ou alcoólicas também é uma boa dica - o ar dentro do avião é rarefeito - portanto, qualquer gás se expande em toda a aeronave, além de potencializar em 2 vezes e meia a ação do álcool.
Quem tem problema de labirintite, melhor procurar um médico antes de viajar, para não ter problemas de enjôos, náuseas e outros desconfortos.
O inchaço dos pés - quando estiver sentado, tente fazer movimentos circulares com os pés para ativar a circulação. Evitar usar roupas justas, saltos altos, terno e gravata. Para quem estiver de tênis, deixar o cadarço afrouxado.
E a dica mais importante de todas - respeitar os demais passageiros. Em espaços aonde a proximidade entre as pessoas é pequena, temos que ter o cuidado dobrado com nossos gestos e atitudes. Isso parece óbvio, mas infelizmente nem sempre é levado em conta pela grande maioria, o que pode causar estresse para todos os que estão próximos, inclusive para quem o causou. Exemplo disso pode ser visto no blog do Noblat, que conta o que aconteceu com sete brasileiros que se envolveram numa briga a bordo.

Boa Viagem!




domingo, 17 de fevereiro de 2013

Turista na própria cidade

Fazer turismo na própria cidade pode parecer estranho, mas tem muita gente que não conhece os pontos turísticos de onde vive, não conhece a história do lugar, nem nunca ouviu falar.
Em São Paulo tem o Turismetrô. Pode soar programa de índio, mas é bem recomendável. Eu mesma fiz o Roteiro da Sé, com direito a uma surpresinha teatral em frente a igreja de Santo Antonio na Praça Patriarca.
São 5 opções de roteiro e o preço vale apenas o bilhete de metrô. Vale a pena conferir essa opção cultural e ampliar o conhecimento da nossa cidade por um precinho pequenininho.


quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Próximo Destino

O tempo é curto e nem sempre temos tempo de planejar. Isso porque planejar significa otimizar o tempo. Mas, a maioria das pessoas que conheço consegue planejar um grande evento ou uma viagem.
Uma viagem dá prazer antes, durante e depois do evento. Viajamos ao planejar e depois vendo e organizando as fotos, contando detalhes.
Estava aqui pensando no próximo destino e ainda não consegui me decidir.
Uma viagem é como uma cenourinha na frente do coelho. Eu trabalho mais feliz e com um objetivo em mente.
A maioria das pessoas que conheço partilham da mesma opinião de que viajar é uma das melhores formas de se empregar parte do dinheiro ganho.
E agora comeco a pensar: praia, campo ou cidade?

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Foto de cartão postal


Parece incrível como no inconsciente coletivo essa torre vem acompanhada de um tempo nublado. Quando postei uma foto do Big Ben no facebook, o primeiro comentário foi sobre essa relação. E parece incrível que, alguns minutos antes de eu bater essa foto o tempo estava aberto.

terça-feira, 31 de julho de 2012

A troca da guarda

A troca da guarda é uma atração londrina gratuita e muito concorrida. Mas, tem que ficar atento às datas e horários específicos, pois não ocorre o ano todo.
No site oficial da monarquia britânica dá pra conhecer um pouco mais sobre a cerimônia, locais e datas aonde ocorrem.
A parte mais interessante e o ponto alto são as músicas tocadas pela banda, que vão do popular, como músicas do filme do 007 às músicas clássicas.
Muita gente que já viu e vai dar dica fala que é uma atração que não vale a pena. Eu, particularmente, não consigo deixar de conferir alguma coisa pessoalmente e validar uma opinião.
Eu fui, vi, achei cansativo, até porque ocorre em diversos pontos da parte externa do Palácio de Buckingham, e porque tem muita gente para ver. Mas, quando viajamos é para ver as atrações locais, não é mesmo? E não para comer coxinha e pão de queijo. Se for pra isso, sai mais barato viajar pro bar da esquina.  Brincadeirinhas a parte, acho válido conferir as atrações batidas ou alternativas, até porque só podemos ter uma opinião sobre aquilo que vemos. Mas, conheço gente que já foi a Europa várias vezes e sequer já pisou num museu de lá, mas conhece cada metro quadrado de lojas e centros comerciais.
Por isso, quando alguém me diz que vai para algum destino que já fui, me contento em enumerar as atrações que vi, sem proselitismo.

sábado, 28 de julho de 2012

Turismo no Brasil

O Ministério do Turismo brasileiro está promovendo o Brasil como destino de turismo nas redes sociais e em Londres. O Brasil já é conhecido no mundo como um destino de belas praias, belas paisagens e uma cultura rica e diferenciada. Nas grandes cidades como São Paulo, o turismo é voltado principalmente aos grandes eventos.
Mas aí eu me pergunto: como promover que os turistas visitem o Brasil, se não temos sequer infraestrutura suficiente para os moradores, quiçá para quem visita. Em São Paulo, locomover-se é uma experiência das mais estressantes que se possa imaginar, não só pelos congestionamentos, mas principalmente pela violência, a constante apreensão de que se pode ser assaltado a qualquer instante. Então, como promover uma situação insustentável?
Não basta dar curso de inglês para recepcionistas de hotéis e garçons, até porque, se idioma fosse empecilho, não existiriam turistas brasileiros gastando tanto no exterior. A maioria dos turistas que fazem turismo no exterior sequer falam o inglês. E a recíproca é verdadeira, pois no exterior, ninguém fala o português, exceto os países de origem lusitana.
Então, tal promoção seria um grande desafio para quem é comprometido, mas como no geral no Brasil ninguém se compromete, vão ser contadas algumas verdades, omitir-se-ão outras, os turistas irão acreditar que isso aqui é o paraíso, e empresários e políticos continuarão a faturar sem investir e sem gastar muito com o que é necessário, só fazendo uma maquiagem aqui, outra ali.
Então, Sr. Ministro, não adianta promover o turismo nas redes sociais fazendo parceria com blogueiros. Parceria tem que existir sim, mas com os outros ministérios e com os governos locais, com investimento em transporte e segurança. Porque, o mínimo que se espera quando se vai viajar para outro país, é que você vai poder se locomover de forma fácil e voltar vivo para sua terra natal. Pronto, falei.